Já não vemos mais uma Terra cheia de carros, poluição e barulho, por incrível que pareça a humanidade após quase se destruir, achou o caminho de evoluir sem involuir-se nos costumes da convivência.
A terra não tem mais tantas palmeiras nem sabiás, e as aves não gorjeiam mais como antes...o que se foi, nunca mais será o mesmo, mas fazendo não um novo fim, mas um novo começo, a humanidade descobriu algumas verdades muito óbvias, como dividir as riquezas, oferecer os mesmos recursos de saúde para todos, como criar leis mais justas e igualitárias, como aplicá-las de forma justa.
Não mais somos uma nação humana de hipocrisia, mas de união fraterna, embora nossa água seja racionada, e nossos animais estejam em extinção.
Para isso muito foi mutilado, muitos tiveram de morrer, o sangue foi o adubo de terras que hoje são campos férteis que alimentam milhões...
Mas na sabedoria do tempo, soubemos usar do conhecimento q nos foi dado antes, mas mal usado pelos corações duros que o empunharam; fizemos da terra seca o nosso pão, esperando que a natureza nos devolva o que dela tiramos. E como uma mãe, ela nos compreende, e nossos anos tem sido menos duros, pois ela agora recebe amor e cuidado, transformando o sangue derramado, em semente de paz.
Mas esta mudança não se deu nos corações duros, que continuaram sua jornada tão soberbos como sempre, mas nos corações mansos que abandonaram sua mornidão e lutaram bravamente por um mundo menos injusto...empunharam não a espada da língua ferina, mas o cinzel que molda os mais belos gestos de respeito à vida, envolvendo-se no mundo com ações de civilidade e respeito ao próximo e à natureza.
Após sofrermos com a possibilidade da extinção, compreendemos finalmente, que o Amor pode nos evoluir entre tecnologia e fraternidade.
E os bons dominaram a Terra, pois na dor, só o Amor conforta. Não mais vistos como cordeiros de presépio, humilhados e tratados com desprezo por seu respeito pela paz, uniram-se ao perceber que são fortes juntos, como um rebanho não de ovelhas descerebradas, mas de aspirantes a anjos que desejam fazer algo pela terra que sempre os alimentou e acolheu...
A terra não tem mais tantas palmeiras nem sabiás, e as aves não gorjeiam mais como antes...o que se foi, nunca mais será o mesmo, mas fazendo não um novo fim, mas um novo começo, a humanidade descobriu algumas verdades muito óbvias, como dividir as riquezas, oferecer os mesmos recursos de saúde para todos, como criar leis mais justas e igualitárias, como aplicá-las de forma justa.
Não mais somos uma nação humana de hipocrisia, mas de união fraterna, embora nossa água seja racionada, e nossos animais estejam em extinção.
Para isso muito foi mutilado, muitos tiveram de morrer, o sangue foi o adubo de terras que hoje são campos férteis que alimentam milhões...
Mas na sabedoria do tempo, soubemos usar do conhecimento q nos foi dado antes, mas mal usado pelos corações duros que o empunharam; fizemos da terra seca o nosso pão, esperando que a natureza nos devolva o que dela tiramos. E como uma mãe, ela nos compreende, e nossos anos tem sido menos duros, pois ela agora recebe amor e cuidado, transformando o sangue derramado, em semente de paz.
Mas esta mudança não se deu nos corações duros, que continuaram sua jornada tão soberbos como sempre, mas nos corações mansos que abandonaram sua mornidão e lutaram bravamente por um mundo menos injusto...empunharam não a espada da língua ferina, mas o cinzel que molda os mais belos gestos de respeito à vida, envolvendo-se no mundo com ações de civilidade e respeito ao próximo e à natureza.
Após sofrermos com a possibilidade da extinção, compreendemos finalmente, que o Amor pode nos evoluir entre tecnologia e fraternidade.
E os bons dominaram a Terra, pois na dor, só o Amor conforta. Não mais vistos como cordeiros de presépio, humilhados e tratados com desprezo por seu respeito pela paz, uniram-se ao perceber que são fortes juntos, como um rebanho não de ovelhas descerebradas, mas de aspirantes a anjos que desejam fazer algo pela terra que sempre os alimentou e acolheu...
Ghost & Bíndi

